Barreiras físicas e velocidade de água influenciam a riqueza de invertebrados no fundo de um córrego no Parque Estadual do Rio Preto?

Autores

  • Gabriel Estevão Nogueira Aguila
  • Matteus Carvalho Ferreira
  • Catarina Dias de Freitas
  • Raphael Henrique Novaes
  • Gisele Moreira dos Santos
  • Marcos Callisto

Palavras-chave:

macroinvertebrados bentônicos, cerrado, matéria orgânica alóctone, riachos de cabeceira, retenção foliar

Resumo

Foram testadas as hipóteses de que a presença de barreiras físicas (i) e menor velocidade de água (ii) influenciam a retenção de folhas e a riqueza de macroinvertebrados bentônicos (iii) em um riacho no Parque Estadual do Rio Preto. Avaliou-se métricas de habitat físico, transporte e retenção de folhas, além da riqueza de macroinvertebrados em bancos de folhas depositados no fundo de um riacho. A presença de barreiras físicas influenciou positivamente a retenção de folhas, o que não aconteceu com a velocidade da água. Não houve influência do número de folhas depositadas nas áreas de retenção sobre a riqueza de macroinvertebrados. Barreiras físicas são importantes para a dinâmica de matéria orgânica alóctone e manutenção de zonas ripárias influenciando o funcionamento de riachos de cabeceira.

Palavras chave: macroinvertebrados bentônicos, cerrado, matéria orgânica alóctone, riachos de cabeceira, retenção foliar.

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Publicado

2020-07-31

Como Citar

Barreiras físicas e velocidade de água influenciam a riqueza de invertebrados no fundo de um córrego no Parque Estadual do Rio Preto?. Revista Cientifica MG.Biota, Belo Horizonte, v. 12, n. 1, p. 42–56, 2020. Disponível em: https://periodicos.meioambiente.mg.gov.br/MB/article/view/137. Acesso em: 20 fev. 2026.

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