Modelagem bidimensional do transporte de sedimentos na confluência do rio Manhuaçu com rio Doce, após desastre de Mariana (MG), Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.59824/rmrh.v7.355

Palavras-chave:

HEC-RAS, Simulação hidrodinâmica bidimensional, Simulação bidimensional do transporte de sedimentos, Desastre de Mariana, Bacia do rio Doce

Resumo

Em novembro de 2015, o município de Mariana (MG), Brasil, foi cenário do maior desastre envolvendo barragens de rejeitos da história do país. A ruptura da barragem de Fundão resultou na liberação de aproximadamente 32 milhões de metros cúbicos de rejeitos, desconsiderando o volume de água, ocasionando impactos ambientais e socioeconômicos severos ao longo da bacia do rio Doce. Desde então, diversos estudos vêm sendo conduzidos com o propósito de compreender a magnitude dos danos e propor estratégias de mitigação e recuperação ambiental. Entre as metodologias adotadas para investigar a dinâmica do desastre, com ênfase na perspectiva hidrodinâmica, destaca-se a aplicação de modelos computacionais. Este estudo emprega modelos hidrodinâmico e transporte de sedimentos bidimensionais (2D) na região de confluência dos rios Manhuaçu e Doce, com o objetivo de avaliar a contribuição dos afluentes nos processos de recuperação e restabelecimento da funcionalidade do sistema hidrográfico do rio Doce. O modelo hidrodinâmico 2D demonstrou adequada representação dos hidrogramas obtidos nas estações de monitoramento, além de permitir a delimitação da área inundada durante o evento catastrófico. Os resultados das simulações do transporte de sedimentos indicaram uma deposição média de 1,06 metro e um processo erosivo médio de 0,86 metro ao longo de um período de cinco anos. Verificou-se, ainda, o acúmulo de 2,18 hectômetros cúbicos de sedimentos na represa de Aimorés durante o mesmo intervalo temporal. Os dados apontam que o rio Manhuaçu apresenta vazão insuficiente para promover a mistura e a diluição eficaz dos sedimentos oriundos do rio Doce. Constatou-se, também, que as barragens existentes na área de estudo exercem influência significativa sobre os processos de transporte e deposição de sedimentos, alterando a dinâmica hidrossedimentológica natural da bacia.

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Biografia do Autor

  • Alexandre Germano Marciano, Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)

    Doutorado em Ciências em Meio Ambiente e Recursos Hídricos e Mestrado em Engenharia Hídrica pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI). Graduação em Administração pela Faculdade Cenecista de Varginha. Servidor público da Universidade Federal de Itajubá. Atualmente é servidor público da Universidade Federal de Itajubá. Tem experiência na área de Engenharia Hídrica e Meteorologia, com ênfase em Inundações.

  • André Luiz Vieira Barouch, Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)

    Possui graduação pela Universidade Vale do Rio Verde (2008). Tem experiência na área de Engenharia Ambiental , com ênfase em Geomática.

  • Alessandro Luvizon Bérgamo, Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)

    Doutorado e Mestrado em Oceanografia Física pela Universidade de São Paulo (USP). Bacharel em Física pela Universidade Estadual de Londrina. Docente do Instituto de Recursos Naturais. Experiência na área de Oceanografia, ênfase em Dinâmica Estuarina, com estudos observacionais de fluxos gerados por gradientes de densidade, marés e forçantes meteorológicas, processos de mistura (advecção e difusão) e transportes de volumes de água, sal e propriedades conservativas. 

  • Alex Takeo Yasumura Lima Silva, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

    Doutorado e Mestrado em Meio Ambiente e Recursos Hídricos pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI). Graduação em Engenharia Hídrica pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI). Professor Adjunto na Universidade Federal de Itajubá - Campus Itabira. Tem interesses na área de saneamento, redes de distribuição de água, máquinas hidráulicas, eficiência energética, controle de perdas em redes de distribuição de água, modelagem computacional, aprendizado de máquina, ciências da computação, hidroinformática, e recursos naturais. 

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Publicado

2026-03-16

Como Citar

MARCIANO, Alexandre Germano; BAROUCH, André Luiz Vieira; BÉRGAMO, Alessandro Luvizon; SILVA, Alex Takeo Yasumura Lima. Modelagem bidimensional do transporte de sedimentos na confluência do rio Manhuaçu com rio Doce, após desastre de Mariana (MG), Brasil. Revista Mineira de Recursos Hídricos, Belo Horizonte, v. 7, p. e0260002, 2026. DOI: 10.59824/rmrh.v7.355. Disponível em: https://periodicos.meioambiente.mg.gov.br/NM/article/view/355. Acesso em: 26 mar. 2026.

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